segunda-feira, 19 de outubro de 2009
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Voltando à poesia...
Olhai os cachorros no campus...
Eles não pesquisam, não ensinam, nem fazem extensão, mas nunca ninguém teve o rabo tão livre e desamarrado quanto eles.
Escutai os latidos no campus...
Eles latem para estes currículos...
*Se fossem uivos, uiva-lo-iam.
Leo Nogueira
Posto este poema porque eu o vi em meio a matérias que homenageavam o grande acadêmico Catatau, morto semana passada no campus da UFSC.
Homenagens e matérias, diga-se de passagem, merecidas ao querido UFSCÃO.
Não poderia porém deixar passar batida essa preciosidade literária. Essa poesia me ficou martelando na cabeça e penso que cada campus de cada universidade deveria tê-la gravada em pedra (sou geógrafa, vai pedra mesmo) para ser lida por cada (não vou mudar o "por cada") calouro que entra e cada doutor que sai. Recomendaria também aos que entram e ficam ;)
Mais sobre o autor e sobre o Catatau: http://www.flickr.com/photos/27864558@N04/sets/72157605729421127/
segunda-feira, 29 de junho de 2009
A DIALÉTICA DA ESTÉTICA E OS CONFLITOS DA COSMÉTICA
O fato é que certas coisas me parecem bem alienígenas dentro do universo feminino porque só agora depois dos 35 é que resolvi dar ouvidos à minha mãe: -“Minha filha, quando é que você vai criar jeito de mocinha?”.
Nunca liguei pra isso, pra mim é algo extremamente chato ficar passando cremes, loções, filtros solares e andando na esteira. Fora as coisas que tenho medo como limpeza de pele, arrancar sobrancelhas e deixar alguém se aproximar do meu pé com um alicate na mão.
O fato é que, como dizia Cazuza, o tempo não para. “O tempo ruge e a Sapucaí é grande”, e a Lei da Gravidade é a única que me lembro ser impossível de burlar. Chegaram os 35, os 36 e os desastres que não tem remédio mas tem remendo.
O uso de filtro solar se tornou obrigatório, bem como de certos produtos antiidade. Os cabelos também precisam andar um pouco mais alinhados sob pena de parecer uma bruxa. Nem estou mencionando do pescoço pra baixo...aí a parada é “nervosa”.
É claro que não consigo adquirir (nem pagando) disciplina suficiente para usar o tal do filtro, e os tais cremes, e é justamente sobre a complicação que é usar essas coisas que quero falar agora.
O hidratante do rosto tem do dia e da noite. Tem que limpar, tonificar e hidratar. Aí você acorda as seis e meia da manhã, olha pra dois potes iguais, pula a limpeza e a tonificação e taca na cara O CREME DA NOITE! Dá um desespero de pensar se aquele treco não tem ácido demais para ficar agindo durante a noite e o que pode acontecer se sair no sol com o creme errado. Como não dá tempo de tirar, você faz o sinal da cruz e sai na rua, rezando pra não ter muito sol pra não chegar de noite em casa com cara de fundo de panela.
De noite, ao chegar em casa, depois do trabalho, da faculdade, da janta, do cochilo e do banho, você faz o processo inverso: taca creme do dia no rosto. E dorme com filtro solar fator 15 que vai proteger o rosto, no máximo da poeira que está despencando do teto porque você não tem tempo para limpar.
A sacola da praia é o seguinte também... filtro pro rosto, pro corpo, pro cabelo, pros “beiço” (em homenagem aos amigos lageanos). No último verão, tive que voltar pro chuveiro, e ainda bem que estava em casa, depois de passar protetor de cabelo no corpo.
Hoje de manhã de novo. Optei por um corte chanel, já que o cabelo comprido envelhece que é o demonho e cabelo curto não quero nunca mais. De preguiça, amassei o cabelo com um ativador de cachos (tenho cabelos lisos, digo pseudolisos). Esse produto foi a descoberta do século. O cabelo tá mal arrumado? Meio sujo? Não deu tempo de lavar, ou deu tempo de lavar mas não de secar? Ativador de cachos nele!
Bem que eu percebi que ontem não ficou legal, e hoje o troço ficou pior ainda. Passei o tal do ativador e o cabelo ficou medonho. Perguntaram no serviço “o que aconteceu com seu cabelo?”. Descobri quando cheguei em casa. Estou há dois dias passando protetor térmico no cabelo achando que é ativador de cacho e ninguém me avisa.
Os fabricantes de cosméticos também não ajudam... as embalagens são todas iguais. A do protetor com spray, a do protetor de cabelo, a do ativador de cachos, a do protetor térmico... é de deixar a gente maluca.
Assim como aquelas religiões onde o autoflagelo é praticado, também tenho procurado fazer a sobrancelha uma vez por mês, mas juro, faria uma tatoo por dia e não arrancaria um pelo do rosto. Que tortura dos infernos! Por quê, meu Deus, por quê??? Por que não volta a moda Malu Mader?
Fazer o pé, só no verão, sinto muito. Se meu marido fosse podólatra eu estaria frita mesmo, porque se tem algo medonho na “minha pessoa” é o pé, e não tem esmaltinho que disfarce isso. Além do que estou sempre de bota, tênis, coturno...no máximo um scarpin (no caso de casamentos, formaturas e velórios, somente e dependendo do humor), ou seja. Pelo menos no inverno consigo me livrar da agonia de ter alguém furungando no meu pé.
Limpeza de pele... ah! Ah, que delicia aqueles creminhos e massagens no rosto, até que parece que um ser se apodera da esteticista e ela agarra seu nariz e começa a apertar. Você cerra o punho e soca a maca, só que nesse caso não tem nenhum juiz pra tirar o agressor de cima de você, e você ainda paga por isso.
No momento estou tentando enganar a esteira. Sempre fui ridiculamente magra. Hoje sou magra, mas magro também fica mole, e magro mole é uma coisa estranha, ainda mais magro mole com uma barriguinha querendo nascer.
Para enganar a academia já fiz natação, karatê, futsal, capoeira...não tenho mais fôlego para a capoeira regional, então estou desesperadamente a procura de um lugar para treinar angola, porque pensar em voltar pra um lugar onde os caras fazem “muque” na frente do espelho (com direito a careta), depois dão uma balançada no rabinho e mulheres correm na esteira falando no celular, me dá voltas no estômago. O mais triste é que estou sentindo que vai ser isso ou a barriga mole rindo pra mim.
O bom é que quando leio os textos das mulheres que não admiro, me sinto livre, apesar de todas as minhas tentativas malsucedidas de lutar contra o tempo. Deixo de ir à academia para andar de moto por aí ou simplesmente fazer o que gosto. Quanto àquelas que admiro, que bom que elas existem, e me fazem ver que sou tão imperfeita e feliz quanto cada uma delas.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
SERTANEJO "UNIVERSITÁRIO"
A new wave que assola o Brasil em nada lembra a bossanova. Tem até um nome imponente, chama-se “sertanejo universitário”.
Gostaria realmente de saber em que vestibular o sertanejo passou. No da Federal não foi, nem no da Estadual. Pela prova do ENEM também é bem difícil de acreditar que tenha sido. E não me venham dizer que é uma questão de preconceito com a música do interior, porque não é.
O sertanejo universitário que vemos aí equipara-se ao filhinho-do-papai que pode estudar mas não quis, e agora para ser universitário tem que pagar para estudar numa instituição de caráter duvidoso, se bobear nem reconhecida pelo MEC, ou pior, comprou a prova para entrar numa universidade pública.
Engraçado que o sertanejo “analfabeto” traz uma profundidade nas letras, bem escritas, simples, com boas rimas. Esse sertanejo deve ter freqüentado até a terceira ou quarta série, o suficiente para colocar as letras no papel e emocionar platéias, para nos fazer voltar à infância. Fazendas, bois, patrões, coronéis, peões, cavalos, pasto... sabiam descrever seu cotidiano como ninguém.
Agora vem o “sertanejo universitário” com esse ar boçal, com dois carinhas cheios de gel no cabelo e uma calça de couro dividindo o “pacote” ao meio, rebolando tipo minhoca no asfalto quente, cantando com voz de gato com rabo trancado na porta (ok, pelo menos essa moda aí da voz esganiçada está passando, tenho que reconhecer, as novas duplas tem boa voz, mas não são sertanejas – e se são é porque estão ganhando dinheiro com velhas composições).
Engraçado também é o público, que outrora torcia o nariz para esse tipo de música, até ela entrar para a universidade. Agora é possível ver jovens de todas as tribos urbanas em barzinhos da moda pedindo Bruno e Marrone, Victor e Léo e outras duplas do gênero. Assim tipo o cara pobre e feio que quando ganha na mega-sena se enche de amigos de uma hora para outra.
A dupla “sertanurbana” Victor e Léo é um bom exemplo de quem tenta descrever o cotidiano do interior em suas letras e enfia o pé na jaca legal. Se a música tiver um arranjinho dançante e palavras que rimem no final, não interessa muito o que vai no meio. Segue aí uma análise bem humorada (ou mal-humorada para quem gosta da coisa) da música vida boa:
VIDA BOA
Moro num lugar
Numa casinha inocente do sertão
(Será que é inocente mesmo? Alguém puxou a ficha corrida dela? Ou será que houve um pequeno probleminha na hora de escolher um adjetivo para a pobre casinha...)
De fogo baixo aceso no fogão
Fogão à lenha ai ai
(Quero comprar um fogão à lenha desses, com fogo baixo, fogo alto... de preferência que tenha timer e seja autolimpante, ai ai)
Tenho tudo aqui
Umas vaquinha leiteira, um burro bão
(O burro bão deu pra perceber que tem)
Uma baixada, ribeira e um violão
(Ainda estou tentando entender o agrupamento: vaca + burro, ok. Agora formas de relevo, baixada + ribeira com violão, é só pra fechar rima mesmo. Podia botar “uma baixada, uma ribeira e um voçorocão”).
E umas galinhas ai ai
Tenho no quintal
Uns pés de fruta e de flor
(Entendo... ta bom essa passa. Pode ser de espinho ou de verdura também)
E no meu peito por amor
Plantei alguém, plantei alguém
(Plantei alguém??? Chama a polícia! O cara enterrou alguém no quintal!!!)
Que vida boa ou ou ou
Que vida boa
Sapo caiu na lagoa
(Sente a profundidade da rima! Boa para você, apesar do sapo viver na lagoa, neste caso ele CAIU na lagoa. Provavelmente se estabacou todo. É o mesmo que você levar um tombo dentro de sua própria casa).
Sou eu no caminho do meu sertão (2x)
(Isso equivale a um “é nóis na fita, mano!”, só que no sertão)
(refrão)
Vez e outra vou
Na venda do vilarejo pra comprar
Sal grosso, cravo e outras coisas que fartá
(Isso é bom, você pega o cravo, passa no sal grosso e coloca na chapa do fogão a lenha, em fogo baixo. Fica óóóóóóóóó)
Marvada pinga ai ai
(Essa não falta né? Aliás, me parece que anda sobrando na hora de compor)
Pego meu burrão
(Ta , eu sei o que é um burrão, mas diante do até então exposto não dá pra não rir, acaba virando uma palavra de duplo sentido)
Faço na estrada poeira levantar
Qualquer tristeza que for não vai passar
Do mata-burro ai ai
(Só a tristeza não vai passar do mata-burro? Ou mais alguém vai prender os cascos junto com a tristeza?)
Galopando vou
(Bem que eu desconfiava, viu? Falei isso até agora ahauhauahuah)
Depois da curva tem alguém
Que chamo sempre de meu bem
(É a mula-sem-cabeça!)
A me esperar, a me esperar
segunda-feira, 20 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
"MINHAS FÉRIAS"

Quem não lembra do tempo de escola, que quando voltávamos em março, das férias, tínhamos que escrever a fatídica redação: “minhas férias”?
As férias eram legais, mas sempre iguais, praia, sorvete, cachoeira e pelo menos por uma semana éramos despachados para o sítio de alguma tia para encher a paciência de terneiros, ovelhas, e claro, das tias também.
São lembranças doces e ternas, de coisas que nos põem em comunhão com a natureza, com a família, com coisas demasiado boas, mas que um dia, pelo desenrolar da vida cotidiana, vão acabando, até que a própria lembrança também nos fica distante.
Chega, assim, o dia em que não precisamos mais escrever a fatídica redação e se ainda fôssemos obrigados a escrever seria algo como: “Peguei o dinheiro das férias para pagar dívidas, e, não tendo sobrado muito, vi alguns filmes no DVD comendo pipoca”. Ou até dá para ir a alguma praia desde que se tenha (uhuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!) muita força de vontade para encarar três ônibus e dois terminais além das filas.
Não vou dizer que é ruim pegar vinte ou trinta dias para simplesmente dormir até as duas da tarde todos os dias e virar a noite vendo filmes, porque não é. Mas também isso não produz muita adrenalina.
O fato é que as férias deste ano mereceram uma redação, que nem me é mais fatídica de fazer, porque tiveram um gosto muito diferente, tiveram gosto de vida.
Dizem algumas pessoas que anos terminados em 8 são agourentos. Olhe, eu não acreditava nisso até passar pela prova dos 88, 98 e 2008 que foram verdadeiros infernos em vida. E o ano passado foi cruel: fim de uma segunda habilitação na UDESC num curso que já estava me durando seis anos, junto com crises de depressão e síndrome do pânico. O din din das férias do ano passado me serviu para pagar a habilitação de carro e moto, das quais só consegui tirar carteira de moto, porque as crises de pânico não me deixaram tirar carteira para carro. Joguei o dinheiro fora, não aproveitei as férias e ainda me senti a derrota em pessoa.
Como todas as coisas repetitivas nesta vida nos enchem demais a paciência, em 2009 resolvi chutar o balde, com os dois pés. E a primeira coisa que me encheu a paciência foi essa tal de síndrome do pânico. Oras, uma moto zero, uma habilitação para dirigir e eu definhando dentro de casa com medinho de morrer. Morrendo cada dia um pouquinho, sem que me desse conta. Pensei, vai lá...se eu quebrar uma perna estou no lucro, se acontecer o pior, pelo menos estava tentando viver da melhor forma possível.
Decretei que em 2009 ia fazer coisas diferentes, e estou fazendo. Comecei um curso de mecânica de moto no SENAI, estou dando aula num cursinho pré-vestibular de geografia física, sendo que minha monografia foi na área de humanas e por aí segue.
Cansei de rotina. Chega de rotina! E apliquei isso também às minhas férias.
Fiz a lista das coisas que me borrava de medo. Tremia de pensar em atravessar a avenida Beira-mar norte. Passei por ela e fui até o norte da Ilha, mais precisamente na Cachoeira do Bom Jesus. Dei umas bandas para o Sul da Ilha no dia seguinte. Fiz uma mochilinha e resolvi “viajar” de moto até Palmas (Governador Celso Ramos), mas chegando em Biguaçu, vi o maior temporal armado para os lados de lá e voltei, afinal, me reservo ao direito de ainda ter medo de alguma coisa, e para mim moto e chuva não combinam muito não, só se for necessário mesmo e olhe lá.
Para encerrar as férias com chave de ouro, lembrei de um antigo convite do Tio Hiram, para fazer um vôo já que ele é um dos mais novos comandantes do aeroclube de São José. Pensei, lá em cima será o maior dos testes. Se eu tiver medo, terei que agüentá-lo e firme, porque não tem como descer.
A partir daquele lema de infância “nas férias, alugue um tio”, trocamos alguns emails, e no dia 22 de março de 2009, mais precisamente, cheguei de manhã aos hangares do aeroclube.
Depois de me tranqüilizar inspecionando e abastecendo a aeronave na minha frente, me apresentou ao “vovô”, lá conhecido como vovô Paulistinha (CAP-4 PT-ZMP, uma aeronave produzida em 1943), e em seguida entramos e nos dirigimos à pista.
Engraçado que já tinham me falado horrores dessas pequenas aeronaves, que chacoalhavam muito, que na turbulência parecia que iam cair, que pra descer chegava quicando... enfim, já com tudo isso na cabeça nem percebi que já estávamos acima das construções da região.
A primeira lembrança que me veio à cabeça, foi a do livro O Pequeno Príncipe (sim, li, e daí? Já posso ser miss, hahahaha). Saint-Exupéry, muito conhecido no Campeche por “Zé Perri”, atravessava a cordilheira dos Andes em aeronave semelhante e em seus escritos, filosofava: quantas casas lá em baixo, quantas luzes. Em cada uma delas uma famíla, algumas vidas. O que será que cada um deles faz neste exato momento?
O segundo estágio, já no topo do Cambirela nos coloca diante da nossa pequenez. Nos achamos grandes perto de um carro ou uma casa, ou do próximo, mas o que somos perto do “pequeno” Cambirela? A “quantidade de mundo” que dá para ver lá de cima embriaga. A gente esquece que não tem chão em baixo. Até se lembra quando atravessa alguma pequena turbulência, e se agarra às portas ou a qualquer outra coisa, como se fosse adiantar muito, mas o que se vê lá em cima, faz esquecer o resto.
O tempo parece parar. Ao contrário de um vôo comercial, a movimentação da aeronave é lenta, tudo é mais lento, a cabeça viaja a mil. Ainda mais cabeça de geógrafa, que quer fotografar aquela foz de rio ali, aquela erosão acolá, aquela ocupação em área de risco, ai socorro, até a máquina fotográfica se torna lenta demais.
Não sei explicar, se não tivesse voado com esse “olhar geográfico” talvez tivesse sentido mais medo, ou mais tensão, ou tivesse pedido para sair, mas não. Queria morar lá.
O dia estava quente, e pela possibilidade de viajar com a janela aberta, pude sentir o “gosto” das nuvens e constatei: são geladinhas!
Ver as coisas lá do alto também nos reporta à filosofia budista, quando esta diz que nós e “nossa casa” somos uma coisa só, e que o que fazemos ao mundo e ao próximo tem reflexo em nós mesmos. O agrotóxico que o proprietário do sítio que vi às margens do Rio Cubatão utiliza, contamina as águas do rio que nos abastece, que desemboca no mar, contaminando os peixes (e o próprio mar), e essa água e esse peixe logo estarão contaminando ao proprietário do sítio. Nossa pequenez não nos deixa visualizar isso daqui debaixo, e nossa megalomania só nos faz piorar as coisas. Sempre ouvi dizer que nos distanciando um pouco do problema é que conseguimos enxergá-lo melhor. Se as pessoas voassem mais, pensariam mais no planeta em que habitam, tenho certeza!
Foi um presente antecipado de aniversário, e como eu mesma falei ao tio Hiram, um daqueles que a gente não esquece para o resto da vida. Chego mesmo a dizer que ninguém deveria morrer sem antes saber qual é essa sensação. Todo homem uma vez na vida deve se meter a peixe e a passarinho (a tatu também), já que nossa rotina de bichos-preguiça pouca coisa especial nos reserva. Ainda me falta mergulhar, quem sabe não fica para as próximas?
Só tenho mesmo é a agradecer pela oportunidade e dizer que superei mais um medo, metade graças á força de vontade, e outra metade graças à confiança que o comandante inspira em sua tripulação. Valeu, tio!
